segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Odeio

Eu odeio coca cola com doritos, frango assado na grill, jogar o colchão no chão da sala pra ver filme; Eu odeio quando alguém traz um copo com água pra mim; Eu odeio os móveis nos mesmo lugares; Eu odeio usar e até mesmo ver algumas roupas no guarda roupa; Eu odeio toy story; Eu odeio o queijo que vem no meio da pamonha; Odeio fanta uva; Odeio as músicas do the maine, mr gyn, creed, audioslave e algumas outras; Odeio todas as fotos que tenho no meu computador e o cheiro das minhas gavetas; Odeio todos os filmes que tenho; Odeio jogar qualquer jogo no video game; Odeio peixe a gorjão e as marmitas do restaurante que minha mãe compra todo domingo; Odeio quando minha barba começa a crescer; Odeio fazer entregas e cobranças na caminhonete.
Ando odiando tantas coisas que já não gosto mais de mim, é horrível olhar no espelho e ver que falta algo.

Jonas Cironzinho

terça-feira, 21 de agosto de 2012

"Conta pra todo mundo que um dia você me conheceu, que um dia você amou alguém mais que a si mesma, mesmo que achem graça, deixa que riam, mas conta dos nossos dias, e se quiser, conta todos os nossos segredos, fala pra todo mundo com um brilho no olhar que ainda pensa em mim, e que ainda espera todos os dias no mesmo lugar, apenas por que de pés juntos eu jurei que voltaria. Sorri enquanto conta a todos o quanto eu te fazia bem, o quanto eu te fazia feliz e mesmo com o coração em pedaços eu era capaz de chegar e colar cada pedaço, fala ainda mais, diz que as falas mais clichês possí­veis ficavam lindas saindo da minha boca, e que você sorria e acreditava em todas. Diz que eu te amei, amei mais do que qualquer outra coisa, e que tive que partir pois não tinha opção. Faz todos escutarem as nossas musicas, aquela que eu disse que te lembrava, aquela que eu escrevi em uma folha de papel e disse que cantaria pra você.  E no final chore, chore mesmo, pois sei que de todos aqueles sorrisos, você escondia lágrimas, afinal, sempre tão forte não é mesmo, então dessa vez pode chorar, eu não estarei lá pra secar nenhuma lágrima sua, mas vou estar de longe contando pra todos que ainda sonho em te encontrar."

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

"A dor de um amor com outro amor a gente cura". Quem nunca ouviu essa frase não é mesmo? Mas já pararam pra fazer uma pequena interpretação da mesma? É incrível a pessoa que consegue lê-la e achar que tem que sair por aí, não só procurando, mas literalmente pegando todos os 'amores' que encontrar pra poder substituir o antigo amor. Mas, o fato, é que isso é tolice. Pessoas são insubstituíveis, não adianta você procurar outras pessoas pra esquecer alguma que de algum modo te feriu, te abandonou ou que simplesmente deu algum motivo pra que se queira esquece-la. A intenção da frase é que se substitua um tipo de amor por outro tipo de amor. Não adianta procurar em outra pessoa um amor que você ainda pensa que seria perfeito se não houvesse o fim. Seja no serviço, nos estudos, festas, amigos ou se embriagando até que a vida faça sentido. O ideal é que se ocupe a mente até que possamos nos permitir a gostar de alguém que não iremos, a todo instante, ficar comparando, ou desejando, que se pareça, ou faça as mesmas coisas, que o antigo amor faria. Aí de repente você tá ali amando outra vez alguém que você nem fazia ideia de que sequer gostaria pelo simples fato de ela não se parecer nada com ninguém, e a pessoa passa a ser única e ter seu próprio valor e vai ser amor outra vez, justamente por isso.

Jonas Cironzinho

quinta-feira, 16 de agosto de 2012


Imagino como seria horrível imaginar o mundo sem você.
Na verdade eu nunca saberei explicar.
Eu não te vejo todos os dias, nem tenho notícias de você a todo momento,
mas você me faz seguir, me faz pensar que existe sentido em algo que já
me cansei de procurar.
E não somente por isto você se faz tão especial,
acho que o seu brilho natural meche comigo e me modifica de tal maneira
que perco a concentração.
Certa vez você me disse que não devemos carregar a dúvida de ter feito algo
da maneira certa, e que não se desiste fácil de coisa alguma.
E aprendi que a consciência própria é o maior julgamento de todos.

Jonas Cironzinho
 

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