tão siMples falar de coisas assim,
coisas sem sentido e q talvez digam algo q nem sabemos expressar.
talvez comece com Uma simples palavra
e que de começo nem pareça q ela possua algum sigNificado,
mas atrás De tudo há um grande propósIto, um recoMeço,...
talvez... e q fica assim, sem sentido algum,
sem começo e nem fim...
Jonas Cironzinho
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Talvez ele não soubesse
Talvez ele não soubesse como voltar a ser
aquilo que um dia foi, pensar como um dia pensou,
agir como agia...
Se pegava imaginando como tudo sempre deu certo,
como as quais sempre mantinham o seu real propósito
e se mantinha sempre em uma linha de acontecimentos surreais.
Vez e outra aquilo mechia consigo,
carregava em si a dúvida incontestável e insolente
de não se saber ao certo qual o real, e inimaginável,
propósito para tudo o que havia vivenciado...
Mal sabia e aguardava pelo que viria,...
Distraído com suas incertezas carregadas de fantasias,
aquilo o ilusionou e o distanciou para lados irrelutáveis
perante a realidade aceitável e indescritível que se obtinha
diante de tais fatos irreparáveis...
Foi trombuto e esmagado diante de tais responsabilidades,
as quais jamais atinaria em querer administra-las...
Porém, aquilo o impulsionara, o fizera se erguer
diante de todos obstáculos irrefutáveis e instigou em si
toda uma vontade própria e superou e distinguiu
barreiras e enigmas que se propiciavam
a circunvalar sua senda, sua via, seu trilheiro,...
Nulamente algo poderia se manifestar versus
sua inclinação de devanear a ocorrência
de sua influência de estar, ser e viver remotamente descontraído...
Jonas Cironzinho
aquilo que um dia foi, pensar como um dia pensou,
agir como agia...
Se pegava imaginando como tudo sempre deu certo,
como as quais sempre mantinham o seu real propósito
e se mantinha sempre em uma linha de acontecimentos surreais.
Vez e outra aquilo mechia consigo,
carregava em si a dúvida incontestável e insolente
de não se saber ao certo qual o real, e inimaginável,
propósito para tudo o que havia vivenciado...
Mal sabia e aguardava pelo que viria,...
Distraído com suas incertezas carregadas de fantasias,
aquilo o ilusionou e o distanciou para lados irrelutáveis
perante a realidade aceitável e indescritível que se obtinha
diante de tais fatos irreparáveis...
Foi trombuto e esmagado diante de tais responsabilidades,
as quais jamais atinaria em querer administra-las...
Porém, aquilo o impulsionara, o fizera se erguer
diante de todos obstáculos irrefutáveis e instigou em si
toda uma vontade própria e superou e distinguiu
barreiras e enigmas que se propiciavam
a circunvalar sua senda, sua via, seu trilheiro,...
Nulamente algo poderia se manifestar versus
sua inclinação de devanear a ocorrência
de sua influência de estar, ser e viver remotamente descontraído...
Jonas Cironzinho
Saudade
Saudade,
palavra exprimida, desolada,
impune e, ao mesmo tempo, castigada sobre si mesma,
desistida sobre toda sua infame e fictícia
impugnação irreprimível e irresoluta
arte de imigrar irrevogávelmente
para dentro de um ser portador de insuficiência,
irreversível, de se manter irreverente
e irretorquível diante de toda incapacidade insatisfatória
de poder se manifestar auspiciosamente,
mesmo com todo contragosto obtido diante de tais malefícios,
sendo imprescindível e surreal
fazendo se passar como lisonjeado e persuasivo
com toda pandemia de sentimentos vagos e irrespondíveis...
Jonas Cironzinho
palavra exprimida, desolada,
impune e, ao mesmo tempo, castigada sobre si mesma,
desistida sobre toda sua infame e fictícia
impugnação irreprimível e irresoluta
arte de imigrar irrevogávelmente
para dentro de um ser portador de insuficiência,
irreversível, de se manter irreverente
e irretorquível diante de toda incapacidade insatisfatória
de poder se manifestar auspiciosamente,
mesmo com todo contragosto obtido diante de tais malefícios,
sendo imprescindível e surreal
fazendo se passar como lisonjeado e persuasivo
com toda pandemia de sentimentos vagos e irrespondíveis...
Jonas Cironzinho
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