terça-feira, 11 de agosto de 2009

Talvez ele não soubesse

Talvez ele não soubesse como voltar a ser
aquilo que um dia foi, pensar como um dia pensou,
agir como agia...
Se pegava imaginando como tudo sempre deu certo,
como as quais sempre mantinham o seu real propósito
e se mantinha sempre em uma linha de acontecimentos surreais.
Vez e outra aquilo mechia consigo,
carregava em si a dúvida incontestável e insolente
de não se saber ao certo qual o real, e inimaginável,
propósito para tudo o que havia vivenciado...
Mal sabia e aguardava pelo que viria,...
Distraído com suas incertezas carregadas de fantasias,
aquilo o ilusionou e o distanciou para lados irrelutáveis
perante a realidade aceitável e indescritível que se obtinha
diante de tais fatos irreparáveis...
Foi trombuto e esmagado diante de tais responsabilidades,
as quais jamais atinaria em querer administra-las...
Porém, aquilo o impulsionara, o fizera se erguer
diante de todos obstáculos irrefutáveis e instigou em si
toda uma vontade própria e superou e distinguiu
barreiras e enigmas que se propiciavam
a circunvalar sua senda, sua via, seu trilheiro,...
Nulamente algo poderia se manifestar versus
sua inclinação de devanear a ocorrência
de sua influência de estar, ser e viver remotamente descontraído...

Jonas Cironzinho

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