sábado, 19 de março de 2011

As vezes no infinito céu noturno a gente se perde,
e imagina o quanto se deixa
por não poder enchergar
tão longe quanto se almeja...
Fica esse gostinho de sonhar,
de querer um dia poder ver e tocar aquilo
que nem se imagina como realmente é,
descobrir a definição, a forma, o cheiro, o sabor...
E isso não se encaixa somente ao céu noturno,
faz juz ao horizonte distante,
ao caminho não trilhado,
o passado mal esquecido,
o tempo perdido,...
e também ao coração mal amado, por que não?...

Jonas Cironzinho

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